
Ao comentar a situação e garantir que o problema estará resolvido um dia antes da diplomação dos eleitos, em 19 de dezembro, a assessoria do TSE explicou porque o prazo será cumprido: é que a Corte dá prioridade aos recursos pendentes envolvendo candidatos eleitos, que é o caso da vilhenense.
Existem duas hipóteses para o desfecho da situação: Rosani tem seu recurso acatado e toma posse; ela é mantida inelegível e novo pleito é realizado em Vilhena. Em qualquer das decisões do TSE, contra ou a favor, ainda cabe o último recurso ao STF.
DUAS VANTAGENS
Embora o julgamento na última instância da Justiça Eleitoral seja, em tese, com base em critérios técnicos, existem dois fatores capazes de influenciar os ministros a favor de Rosani: a vontade popular, expressar em mais de 50% dos votos e a falta de disposição para fazer mais uma eleição em prazo curto.
UMA DESVANTAGEM
Assim como os magistrados do TSE podem julgar sob o efeito dos motivos acima, também podem levar em consideração outra questão: o histórico de problemas judiciais da família Donadon, inclusive com repercussão nacional.
Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação