Arrigo disse que qualidade do ensino será mantida

Arrigo explicou que a crise no setor não tem nada a ver com a Operação Stigma, da Polícia Federal, que investiga indícios de corrupção na prefeitura de Vilhena. Segundo o educador, o problema é a redução nos repasses do Fundeb. “Aumentou o número de alunos, mas a verba que recebemos é menor que a dono ano passado”, revelou.
Entre os cortes já em andamento na Semed estão o fim das horas extras para professores e as dispensa de servidores comissionados. Também houve redução de diárias e passagens de servidores. Vários eventos, exceto os de formação, foram cancelados para economizar recursos.
Com tais medidas, Arrigo acredita que a economia mensal somente na educação poderá chegar a R$ 300 mil. Mas, conforme garante, apesar dos cortes, a qualidade do ensino em Vilhena será mantida.
Fonte: Folha do Sul