
As chamadas gravadas com autorização judicial mostram Carmozino conversando com eleitores e aliados, o que, na avaliação do promotor, configuraria o crime de compra de votos. As conversas interceptadas também sugerem que o parlamentar usava tráfico de influência para furar fila no Hospital Regional. Numa das ligações, Carmozino diz ao interlocutor: “Vamos conversar pessoalmente, porque eu to grampeado”, indicando que sabia estar sendo monitorado.
Com base no material apresentado, através de transcrições das conversas, o promotor quer que Carmozino perca o mandato. Os advogados do vereador já apresentaram a defesa dele na justiça, negando a acusação e deixando claro que ele apenas recebeu os telefonemas, e não os fez.
Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação