Anulação de eleição em cidade de RO anima adversários de Rosani

thumb-76Ao negar, na última sexta-feira, 04, recurso impetrado pelo prefeito eleito de Guajará Mirim no pleito deste ano, Antonio Bento do Nascimento do PMDB, o ministro do TSE, Napoleão Nunes Maia Filho, abriu caminho para a realização de nova eleição no município.
Condenado em segunda instância em 2014, acusado de falsificar documentos, o peemedebista (na imagem da esquerda) concorreu sub-judice, com seu registro indeferido em Guajará e no TRE. Mesmo nesta situação, foi o mais votado, mas só tomará posse se reverter a decisão no plenário do TSE e, em último caso, no STF. Ele obteve nas urnas 9.722 votos, contra 7.370 do segundo colocado, Rodrigo Nogueira, do PDT, na foto à direita.
A situação na cidade que faz fronteira com a Bolívia levou muitos a fazer um paralelo com Vilhena, onde a ex primeira dama, Rosani Donadon (PMDB), precisa aguardar recurso de adversários e do MP no TSE para se considerar “100% eleita”, mesmo tendo sido também a mais votada no último pleito.
O caso dela, no entanto, é diferente do correligionário guajamirense: Rosani saiu com seu registro deferido pelo TRE, após uma reviravolta, já que a mesma Corte havia barrado sua candidatura. Os advogados da mandatária são os mesmos que atuam no caso de Antônio Bento.
Com a vitória na Justiça Eleitoral, após vencer no voto, Rosani poderá não ser julgada pelo TSE antes da diplomação, no dia 19 de dezembro. Isso porque apenas os casos em que o vitorioso nas urnas continua indeferido é prioridade na Corte. O processo dela pode se arrastar ao longo de seu mandato, como aconteceu com o então prefeito de Cabixi, Bau Barroso (PSDB), que passou três anos na função até ser apeado do poder.

Fonte: Foto: Portal Guajará
Autor: Da redação

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